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dc.contributor.advisorGuilherme Wolf Lebrãopt_BR
dc.contributor.authorEduardo Ishizaki Américopt_BR
dc.contributor.authorFelipe de Souza Fernandespt_BR
dc.contributor.authorRodrigo Pazian de Almeidapt_BR
dc.contributor.authorVinícius Dornellas Andrianipt_BR
dc.date.accessioned2023-01-16T17:59:18Z
dc.date.available2023-01-16T17:59:18Z
dc.date.issued2022
dc.identifier.citationAMÉRICO, Eduardo Ishizaki et al. Desenvolvimento de prótese transtibial em metamaterial por meio de impressão 3D. LEBRÃO, Guilherme Wolf. São Caetano do Sul: CEUN-EEM, 2022. 104 p.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.maua.br/handle/MAUA/380
dc.description.abstractCom a evolução da tecnologia, novas modalidades de manufatura estão disponíveis para a indústria e a população e devido à alta demanda de pessoas com a necessidade do uso de próteses pelo mundo, o presente trabalho teve como objetivo a prototipação e desenvolvimento de uma prótese transtibial em metamaterial, sendo concebida por meio de impressão 3D. Buscou-se o desenvolvimento de uma prótese sem nenhum tipo de assistência, por exemplo, elétrica ou pneumática. O grande diferencial desta prótese está na utilização do metamaterial para produzir uma prótese em peça única, ou seja, a parte rígida e flexível são feitas em apenas uma impressão, sendo diferenciadas em razão das geometrias utilizadas em cada uma das partes. A primeira prototipação foi concebida após pesquisas de artigos acadêmicos sobre metamaterial, próteses e fisiologia humana. Foram verificados os pontos falhos e que precisavam de uma nova solução utilizando a ferramenta de simulação Ansys. No ensaio de tração, foram utilizadas as próteses com 5 e 10 milímetros de espessura, sendo que a primeira teve a resistência a tração de 8,17 N, enquanto a prótese com o dobro da espessura obteve uma média de 34,16 N, ou seja, ao dobrar a espessura, a resistência a tração ficou 4 vezes maior. A prótese final, com 10 milímetros de espessura, foi submetida a um ensaio de compressão, cuja força foi aplicada verticalmente (mesma direção da tíbia). Neste ensaio a prótese resistiu a pouco mais de 400 N antes de flambar. Sabendo que uma prótese será composta de 6 a 10 seções de mesma espessura, este número será ainda superior, pois quanto maior a espessura, maior o esforço necessário para que a peça flambe. Por fim foi realizado o ensaio de fadiga, para avaliar a região que simula o tornozelo, a geometria, inclusive os “slopes” não apresentaram deformação significativa após 20 mil ciclos, sendo este um resultado muito importante tendo em vista que o paciente utilizara esta peça para caminhadas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMetamaterialpt_BR
dc.subjectImpressão 3Dpt_BR
dc.subjectPrótesept_BR
dc.subjectAcessibilidadept_BR
dc.subjectPessoas com deficiênciapt_BR
dc.titleDesenvolvimento de prótese transtibial em metamaterial por meio de impressão 3Dpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
local.date.defesa2022-12-12
local.description.pages104pt_BR
local.editorCEUN/EEMpt_BR


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